A Floresta Estadual de Manduri é uma Unidade de Conservação administrada pelo Instituto Florestal do Estado de São Paulo (IFESP), cujo objetivo básico é o uso múltiplo sustentável dos recursos naturais e a pesquisa científica.
Possui 1.485,10 hectares localizados nos municípios paulistas de Manduri (1.387,30 ha) e Óleo (97,80 ha). O ecossistema predominante é de mata atlântica; o relevo é formado por colinas amplas; a altitude vai de 640 a 748 metros; o clima é Cwa quente de inverno seco; a temperatura média anual do mês mais quente é 22º e do mês mais frio 18º; o solo é formado predominantemente por solos Podzolizados de Lins e Marilia variação (PLM)
Segundo o Instituto Florestal, no tocante a flora, a área é ocupada por aproximadamente 450 hectares de floresta estacional semidecidual e o restante por plantio de pinus e eucalipto.
Quanto a fauna, o IFESP refere a presença bugio (Alouatta fusca, macaco-prego (Cebus appella), capivara (Hydrochaeris hydrochaeris), Jaguatirica (Leopardus pardalis) e veado-catingueiro (Mazama gouazoubira), além de aves como o jacu (Penelope obscura) e o sanhaço (Thraupis ornara).
O Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam) informa que “O Horto Florestal possui área de uso público, com lago, trilhas e viveiro de mudas, denominada Caracol, forma de oferecer, à comunidade, lazer e educação ambiental, já que os outros espaços são reservados à pesquisa e produção de madeira para serrarias, construção civil, cercas, carvão e lenha. A proposta, além dos benefícios ambientais, reflete diretamente na economia local, gerando emprego e renda. As empresas madeireiras, por exemplo, multiplicaram-se na cidade, e, devido à abundância de matéria-prima, também chegaram fábricas de brinquedos, embalagem e resina, cujo produto final é o breu e a terebintina”.
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